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WONDER BOY: THE DRAGON’S TRAP | Um remaster de respeito

Com boa jogabilidade, gráficos interessantes, música legal e desafios justos, The Dragon's Trap torna-se um dos melhores remasters, principalmente com opção de mudança para os gráficos originais

Uma das “modas” atuais da indústria de games é buscar jogos que fizeram muito sucesso no passado e repaginá-lo com a tecnologia atual. Temos vários exemplos no mercado, desde aqueles cujos remasters venderam muitas cópias, como aqueles que foram uma decepção total.

Nesta coluna,  vou falar de Wonder Boy: The Dragon’s Trap, disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC, um remake direto de Wonder Boy III: The Dragon’s Trap, lançado para Master System em 1989! Como meu título-spoiler entrega, a remasterização do jogo ficou muito bem feita, mas você vai saber o porquê agora, em mais uma crítica do Jornada Geek!

Mais um monstro na Monster Land

Wonder Boy: The Dragon’s Trap é uma continuação direta de Wonder Boy in Monster Land, que ficou bastante conhecido no Brasil com o nome de Turma da Mônica na Terra dos Monstros, em meados na década de 90, que trocou os personagens originais do jogo por aqueles criados por Maurício de Souza.

Para quem não se lembra, ou não jogou, no fim de Monster Land você enfrenta e derrota Dragon, um dragão robótico de outro planeta. A história de Dragon’s Trap é um “spin-off”, já que o jogo começa antes da batalha final de Monster Land. Aqui, Dragon é batizado de Meka Dragon, e te lança uma maldição ao ser derrotado: você se transforma no Homem-Lagarto, um monstro como aqueles que você combate!

Wonder Boy: The Dragon's Trap
Foto: Divulgação

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Sua missão é retomar sua forma original (menino ou menina, pode escolher ao começar o jogo). Para isso, sai em busca dos outros dragões, que precisam tirar a sua maldição. Mas nada dá muito certo. A cada dragão derrotado, uma nova “maldição” é lançada sobre você, adquirindo as qualidades e defeitos deles.

Ao longo do game, você vai ser Homem-Lagarto, Homem-Rato, Homem-Peixe, Homem-Leão e Homem-Falcão. Cada uma dessas habilidades são importantes para o andamento do gameplay, bastante linear. Após mudar de forma, o jogo praticamente te obriga a seguir em frente por um determinado caminho, que somente aquela habilidade recém-conquistada poderá superar. Simples e funcional.

Wonder Boy: The Dragon's Trap
Foto: Divulgação

Remasterizado. Ou não!

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Wonder Boy: The Dragon’s Trap chegou com gráficos em alta-definição, rodando travadinho em 60 FPS no computador. É verdade que o título não exige muito de processador, parte gráfica e memória, ocupando em torno de 1 GB de espaço no HD. Mas isso não impediu que a DotEmu, desenvolvedora do remaster, fizesse um primordial trabalho com level design. As músicas e sons do game também foram refeitas.

Mas isso não vai afastar os fãs ou jogadores mais nostálgicos. O game chegou com uma opção fantástica que permite jogar com gráficos em 8-bit e sons retrô. E para fazer essa mudança, não precisa nem acessar o menu! Um botão no controle (R2/RT) alterna entre os gráficos e outro (R3/R) muda o tipo de sonorização. Tudo bem suave e gostoso de jogar.

Wonder Boy: The Dragon's Trap
Foto: Divulgação

Veredito

Wonder Boy: The Dragon’s Trap foi um dos melhores remasters que joguei até hoje. Nostálgico, me lembrou o tempo de Mega Drive, meu primeiro videogame. Turma da Mônica na Terra dos Monstros talvez tenha sido um dos primeiros jogos que terminei, então, foi muito gratificante poder avaliar um remaster da sequência, quase 20 anos depois.

Mas, deixando a nostalgia de lado, é um jogo que vale a pena ser adicionado à sua biblioteca. Com boa jogabilidade, gráficos interessantes, música legal e desafios justos, The Dragon’s Trap é um bom jogo. A opção de mudança de remaster para gráficos originais foi uma sacada genial e bastante interessante.

O jogo está disponível a partir de R$ 36,99 para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC. As avaliações da crítica especializada apontam a média de 80 no Metacritic. Já os usuários avaliam o jogo de forma bastante positiva.

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Nota ótimo

*Review elaborado usando a versão de PC do jogo. Cópia fornecida pela desenvolvedora.

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Lucas Soares
Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem PS4, PSVR e PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, Red Dead Redemption 2 e The Last of Us completam o Top-5.

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