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THE DIVISION | Gerou e atendeu às expectativas

Tom Clancy’s The Division foi lançado no dia 8 de março deste ano para PS4, Xbox One e PC com uma enorme expectativa. Foram praticamente três anos após a Ubisoft anunciar oficialmente o game até o título chegar às prateleiras físicas e virtuais recheado de dúvidas: o game atenderia a proposta pelo qual foi construído e apresentado, ou seria uma decepção para a produtora francesa, como aconteceu com o Watch Dogs?

Sim. The Division chegou e atendeu as minhas expectativas. Me prendeu imediatamente em frente ao videogame. Peguei minha cópia no dia 10 e, desde então, o jogo só saiu do meu PS4 para algumas partidas de Pro Evolution Soccer 2016 com amigos. Já são quase 60 horas de gameplay, nível máximo do agente e perto da conquistar o troféu de platina. E por que isso aconteceu?

Para começar a falar de The Division é preciso entender duas coisas: o jogo não é um shooter – como dito por aí, e sim um MMORPG! Isso é explicitado logo no primeiro headshot que você acerta: se não tiver com equipamentos e armas boas, você NÃO vai derrubar o adversário. O dano aplicado é maior, claro, mas não resolverá o combate. A outra coisa que você precisa entender é que é praticamente obrigatório fazer as missões com outras pessoas. Avançar no game sozinho é possível até certo ponto, porém, vai chegar o momento em que os adversários te surpreenderão.

Ditas essas duas constatações (e visto o trailer), entenda um pouco do game. The Division te coloca em uma Nova Iorque realmente imersiva, cheia de detalhes e coisas para fazer. São 293 coletáveis espalhados pelos 16 bairros dispostos no game, 19 missões da história e vários encontros secundários, que te auxiliam no desenvolvimento da sua base de operações. Você, um agente especial treinado para situações de extrema necessidade, precisa intervir e salvar a cidade de uma ameaça biológica e encontrar os culpados e responsáveis pelo vírus.

Texto originalmente postado no site ACESSA.com, com a mesma autoria.

A jogabilidade inserida é interessante. Com um mapa relativamente grande e a necessidade de percorrer grandes distâncias a pé, foi inserido “viagens rápidas” para auxiliar na ida de um bairro para o outro, desde que você já tenha desbloqueado o esconderijo dali. Andar a pé pode ser cansativo e, às vezes, até meio chato porque os NPCs continuam aparecendo, mesmo que você já tenha limpado aquela área, e entrando em combate ao te ver.

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O sistema de batalhas é algo a parte: como já dito, um headshot não vai derrubar o adversário, e às vezes é preciso mais do que descarregar a arma para derrubar um inimigo. Esses inimigos podem vir com três tipos de barra de vida: vermelho, roxo e dourado, o que gera um certo grau de desafio, já que são mais difíceis a medida que você evolui. Às vezes um adversário muito forte surge no mapa apenas para você ter a chance de pegar um bom item.

Falando em itens, você pode equipar seu agente com oito tipos: seis variações de armas de fogo, pistolas, coletes balísticos, joelheiras, coldre, luvas, máscara e mochila. Ainda há outros dois tipos para customização das armas e dos equipamentos, e uma parte especial para os itens que você extrai da Zona Cega. A Zona Cega é o PvP e o PvE de The Division. Uma área onde estão os melhores itens, os troféus mais difíceis de serem conquistados e uma terra, literalmente, sem lei.

Os pontos negativos, ao meu ver, são os bugs que ainda existem e chegaram a atrapalhar o desenvolvimento do meu personagem. Em certo ponto, não conseguia completar um dos tutoriais do início do jogo, mesmo cumprindo o que foi dito. Isso foi corrigido em um patch, mas outros erros persistem: após completar um bairro, mesmo com a unidade canina habilitada, alguns colecionáveis não apareceram na visão geral do mapa. É preciso navegar até os dados para localizá-los. Algumas missões secundárias, mesmo após completas, foi preciso refazê-las para contabilizar. E há um troféu para equipar dez habilidades diferentes que não tá funcionando por nada comigo! Tô achando que terei que criar outro agente…

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Porém, mesmo com os erros, não atrapalha a experiência incrível que o jogo te proporciona. Tom Clancy’s The Division foi um acerto em cheio da Ubisoft e é um sucesso de vendas no mundo todo. No Brasil, o preço cheio do game é R$ 229,90 para consoles e R$ 129,90 para PC. Porém, com um pouco de paciência, é possível encontrá-lo mais em conta nas lojas onlines. Só saber pesquisar…

The Division
Arte: ACESSA.com

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Lucas Soares
Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem PS4, PSVR e PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, Red Dead Redemption 2 e The Last of Us completam o Top-5.

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