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Kenshi | RPG Sandbox que ficou 12 anos em produção ganha data

O jogo chega para PC, via Steam, no dia 6 de dezembro

A Lo-Fi Games revelou nesta quinta-feira, 15, a data de lançamento de Kenshi, o seu RPG single player ambientado em um mundo aberto de estilo “Sword-Punk” que ficou 12 anos em desenvolvimento. O jogo chega para PC, via Steam, no dia 6 de dezembro de 2018.

Kenshi é um jogo que mistura diversos elementos, desde o controle baseado em equipes até os recursos de construção da cidade. Em acesso antecipado, o jogo alcançou a marca de 88% de análises positivas na Steam em mais de 5.000 críticas postadas pelos usuários. Kenshi aposta em uma jogabilidade livre e aberta, dando potencial ao jogador de fazer o que quiser. O jogo chega com dublagem e legendas em português.

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Confira os recursos do jogo:

  • Jogabilidade livre em um mundo de jogo impecável no maior mundo de RPG de jogador único desde Daggerfall, extensível por mais de 870 quilômetros quadrados. O jogo nunca tentará limitar nem restringir seu estilo de jogo pessoal.
  • Construa quantos personagens quiser e forme uma equipe inteira para lutar por você. Os personagens crescerão e ficarão mais fortes com experiência, não só em atributos, mas também na aparência.
  • Tomada original do gênero híbrido de RTS-RPG. Nenhum personagem de “herói” com atributos artificialmente mais fortes do que qualquer outro — todos os personagens e PNJs que você conhece são potencialmente um igual e têm um nome, uma vida.
  • Você não é o escolhido. Você não é grande e poderoso. Você não tem mais “pontos de vida” do que os outros. Você não é o centro do universo nem é especial. A não ser que você trabalhe para isso.
  • Construa uma base para pesquisar novas tecnologias, atualizar as defesas e criar novos equipamentos.
  • Compre e atualize suas próprias construções para usar como paraísos fortificados e seguros quando as coisas ficarem ruins ou use-as para iniciar um negócio.
  • Variação e possibilidades da jogabilidade. Seja bom, mau, empresário, ladrão, more em uma cidade, no deserto, viaje sozinho, em hordas, construa uma fortaleza, destrua uma cidade. Dedique-se a libertar escravos ou talvez até tornar-se um.
  • Mundo dinâmico em mudança constante. Ajude ou atrapalhe quem você quiser ou fique na sua — o mundo não para de girar. Não é só um “jogo”: você está vivendo e sobrevivendo em um mundo simulado.
  • Canibais o capturarão e o comerão vivo ou traficantes de escravos o venderão e o forçarão a trabalhar nas minas. Esses eventos não têm roteiro: são uma parte normal deste mundo caótico que estraga a sua vida ao acaso. Tudo pode acontecer e também é possível superar qualquer coisa conforme a sua força.
  • Totalmente sem classificação de nível. O mundo não sobe de nível junto com você e as lojas não mudam o estoque apenas para itens compatíveis com o seu nível. No começo do jogo, quase todos serão mais fortes que você e será sempre uma luta para sobreviver. O jogo não vai segurar você pela mão nem ajudá-lo quando você cair.
  • Sistema médico realista que afeta a jogabilidade. Um personagem com uma perna ferida mancará ou rastejará e atrasará a equipe e, se você estiver com os braços feridos, terá que usar a espada de uma mão ou absolutamente nada. Ferimentos graves resultarão em amputações e na substituição por membros robóticos. A perda de sangue pode fazê-lo desmaiar e o sangue atrairá predadores. Os atributos de um personagem são suscetíveis aos equipamentos, empecilhos, perda de sangue, ferimentos e fome.
  • IA inteligente que permite que os personagens discutam e trabalhem em prol de objetivos e desejos de longo prazo. Equipes trabalham juntas e carregam seus feridos até um local seguro. É possível configurar os personagens para cuidarem da microgestão para você e produzir em sua base.
  • Alie-se ou oponha-se às várias facções do mundo enquanto se esforça para obter força e os bens necessários para simplesmente sobreviver num ambiente hostil.
  • Desenvolvido de forma independente sem influências de design nem alterações ditadas por homens de terno cinza que nunca jogaram nada na vida.
  • Mundo original do jogo. Não há clichês de fantasia. Não há magia.

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Kenshi | RPG Sandbox que ficou 12 anos em produção ganha data
Lucas Soares
Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem PS4, PSVR e PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, Red Dead Redemption 2 e The Last of Us completam o Top-5.
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