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Double Cross | Mais um entre tantos…

Um jogo linear e sem inovação

Ao ver o primeiro trailer de Double Cross, fiquei extremamente empolgado. Parecia Mega Man. E eu AMO Mega Man. O jogo desenvolvido pela 13AM Games conta com gráficos cartunescos e futuristas, algo que o aproxima ainda mais do estilo do nosso menino robô.

A partir dessa comparação, uma série de questões surgem, mas uma é primordial: será que o jogo é, de alguma maneira, realmente parecido com Mega Man? É original? Sei que você está curioso pra saber. Então vem comigo em mais uma análise do Jornada Geek!

A história

Pra começar, vale a pena dar ênfase à sua história, talvez a parte mais bacana. Você será a agente Sinclair, que trabalha na R.I.F.T., uma espécie de agência de viagens interestelares. Porém, como pano de fundo inicial (que serve como tutorial, vale ressaltar), a base operacional é atacada, pegando todo mundo de surpresa. E aí surge a questão de que tudo tenha sido orquestrado de dentro. E é aí que a agente entra em ação, acumulando pistas e solucionando a grande questão: quem é o traidor?

Bem bacana, sobretudo por jogos desse estilo não deixarem a história tão explícita assim. Nesse caso, Double Cross até exagera um pouco: existem diálogos demais! Em alguns momentos eu simplesmente pulava toda a falação pra partir pra ação. Mas isso vai ao gosto do freguês, claro. Como sempre digo, aprecio uma boa história, mas aqui, a tematização gráfica bastante infantil me deu certa preguiça, confesso.

Double Cross
Cuti-cuti demais pra mim… (Foto: Divulgação)

É legal, maaaas…

Focando no jogo e esquecendo a comparação anterior (que será retomada depois), Double Cross se mostra um jogo bem básico. Isso vem desde os seus gráficos até sua jogabilidade. Não há nada de genialmente novo. Talvez o seu diferencial seja justamente a história e seus simpáticos personagens. Tão simpáticos que o jogo soa bem infantil. Aliás, parando pra pensar agora, talvez esse seja seu foco…

Outro ponto importante: não espere um metroidvania! O jogo segue fases lineares bem simples, contando com alguns obstáculos e inimigos. Há também um sistema de habilidades de nossa fofa protagonista que é muito básica. Aliás, o jogo guia muito bem os jogadores. Até então, segue não apresentando nada exclusivo.

Double Cross
Um jogo de plataforma como outros tantos. (Foto: Divulgação)

Veredito

Double Cross não é ruim e também não tem NADA a ver com Mega Man. Talvez o branco do olho. A ideia é muito boa, mas o jogo não tem nada de realmente novo e o que mais me incomodou é que não empolga. Soma-se isso a uma música repetitiva e chata e a pular pra lá e pra cá e pronto, em pouco tempo você desanima. Mesmo com toda a beleza e simplicidade, o game não conseguiu me cativar. E isso não é nem pela sua linearidade, mas por basicamente ter momentos muito monótonos e outros em que a jogabilidade dá um pouco de raiva (nada comparado a Dark Souls, claro).

Se você gosta de jogos de plataforma, pode ser que Double Cross até te agrade. Como eu disse, o jogo não é ruim. Mas também não o chamaria de genial. A impressão é a de que é só mais um jogo produzido entre tantos. Então, sobre adquiri-lo ou não, deixo ao gosto de vocês.

Double Cross | Mais um entre tantos...

Double Cross foi lançado no último dia 10 e está disponível para Nintendo Switch e PC, via Steam. No Metacritic, sua média é de 67 pontos na versão de Switch, a única que contém média.

*Review elaborado usando a versão de PC do jogo. Cópia fornecida pela desenvolvedora.

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