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BATTLEFIELD 1 | A guerra está só começando

Jogo FPS em consoles desde Medal of Honor: European Assaut, no PS1, um jogo que me marcou por apresentar o gênero e por nunca ter conseguido passar da última fase. De lá pra cá, passei por Battlefield 2, outros Medal of Honor, Call of Duty, Counter Strike, entre outros.

Já há alguns anos sentia falta de um bom jogo do gênero. A modernidade das guerras atuais/futurísticas não me atraiam, o mais do mesmo em todos os títulos cansava, já que mudavam somente mapas, armas e o esquema dos botões. Fui deixando o gênero de lado até quando foi anunciado o Battlefield 1, jogo que farei a análise a partir de agora.

Multiplayer

Battlefield 1 é baseado no modo multiplayer, mas não significa que é somente isso que determina um bom título de FPS. A EA e a DICE mantiveram o padrão de qualidade apresentado em Battlefield 4, removeram os erros de Battlefield: Hardline, e tornaram o mais novo título um sucesso imediato.

Eu explico: o game é facilmente adaptativo às suas habilidades no combate. Dentre as quatro classes de soldados disponíveis (Assalto, Suporte, Médico e Batedor), é possível determinar como será o comportamento da equipe nos nove gigantescos mapas disponíveis, gerando opções para que todas as classes tenham importância e sucesso. Não há um desequilíbrio entre armas, nem corredores apertados onde uma metralhadora dizimaria o time adversário. Em campos abertos, há espaço para todos.

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Foto: Divulgação
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Esse equilíbrio existe muito porque a DICE soube como representar um jogo onde a tecnologia era de 100 anos atrás. As armas, obviamente, não são modernas, a mira não é perfeita, o recuo é grande e gasta-se um certo tempo para recarregar. Cada bala conta. Até por isso não há muitas opções de armas, apesar de que podem ser amplamente personalizadas com miras, skins e etc…

Somam-se a isso seis modos de jogo: além de Conquista, Cada Equipe por Si, Dominação e Investida, já presente em outros títulos, BF1 também traz o Pombo de Guerra e o Operações. O primeiro é baseado em capturar e soltar pombos, enquanto o segundo traz a grande novidade do multiplayer.

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No Operações tudo é simulado como se o player estivesse em uma batalha real, que muda de acordo com o tempo e os objetivos conquistados. É um dinamismo que, no bom sentido, chega a ser assustador! Fugindo daquele mata-mata tradicional, a batalha pode mudar de rumo em instantes.

Campanha

Battlefield 1 traz seis mini-campanhas para o jogador. Aqui o dinamismo também está presente, já que logo no início, você percebe que não é bom se apegar a nenhum personagem. Se morrer, a câmera irá para os olhos de outro soldado e a guerra segue. A duração da campanha é de cerca de 7h.

Foto: Divulgação
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Gráficos

Joguei BF1 em um notebook em que a placa gráfica não é das melhores, então, essa parte da avaliação ficou um pouco comprometida da minha parte. Mas, no Open Beta, em que joguei no PS4, os gráficos agradaram bastante. Como costumo dizer, seguem o padrão da nova geração: não são os mais perfeitos que já fizeram, mas não deixam nada a desejar.

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Dublagem

BF1 chegou ao público brasileiro totalmente traduzido para a nossa língua. Mas a entonação está longe de ser de clima de guerra. A sensação que eu tinha era de alguém estava tomando um chá no sofá da sala enquanto dublava. Isso ficou bastante estranho, mas é relevante, afinal, outros pontos do game compensam e, caso a DICE e a EA queiram, é facilmente corrigido em um patch.

Veredito

Battlefield 1 é um FPS fundamental para os fãs do gênero. O game chegou e certamente ocupará um lugar de destaque na sua biblioteca de jogos porque fez por merecer. A temática da Primeira Guerra Mundial é outro grande incentivo, já que há tempos não saem grandes títulos abordando o tema. Os novos modos de multiplayer certamente vem agradando os jogadores, tanto que o game soma 88 em sua avaliação no Metacritic. BF1, certamente, vale o seu dinheiro.

*Review elaborado usando a versão de PC do jogo. Cópia fornecida pela desenvolvedora.

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Lucas Soares
Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem PS4, PSVR e PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, Red Dead Redemption 2 e The Last of Us completam o Top-5.

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