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ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS | CRÍTICA

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ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS | CRÍTICA

ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS | CRÍTICADesde o seu primeiro filme, lançado ainda na década de 70, a franquia Star Wars encontrou o caminho para o sucesso em suas bilheterias. A conquista do público também não foi difícil de acontecer, sendo o universo criado por George Lucas responsável ainda por vendas de todos os tipos de produtos. O tempo passou, a segunda trilogia, composta pelos capítulos I, II e III, não alcançou o mesmo sucesso da original. E agora, apenas um ano após a Walt Disney O Despertar da Força, chegou o momento de levar o público para mais uma grande viagem por planetas de uma forma diferente. Começam os filmes derivados…e Rogue One entrega exatamente o que promete.

A trama acompanha Jyn Erso (Felicity Jones), uma jovem que muito nova viu o seu pai, Galen Erso (Mads Mikkelsen), ser levado de volta e obrigado a trabalhar novamente para o império por conta da sua genialidade. Na ocasião, uma arma era citada. Anos mais tarde, ela então tem sua ligação com Galen descoberta pela aliança rebelde. Tendo passado parte da sua vida com Saw Gerrera (Forest Whitaker), Jyn é pessoa perfeita para um contato com o combatente extremista por conta de uma mensagem enviada pelo seu pai por um piloto do império. No local, logo ela descobre que o conteúdo revela que a arma, intitulada estrela da morte, possuí uma falha e que seus planos precisam ser roubados. Mergulhando cada vez mais na situação em questão, a jovem acaba assumindo a liderança de um pequeno grupo de combatentes em busca de atingir tal objetivo e resgatar o seu pai.

Desde o começo um detalhe já havia sido revelado ao público: o primeiro derivado seria ambientado em algum ponto entre os episódios III e IV. Agora, com o mesmo já em exibição, uma coisa é seguro afirmar que eles acertaram em cheio no seu desenvolvimento. O filme em questão tem um ritmo crescente, passando por apresentações de planetas, situações, épocas, para apenas após tudo isso entrar em uma grande sequência de batalhas. E, obviamente, os aspectos técnicos não ficam para trás. Os efeitos seguem o modelo da cronologia principal e são muito bonitos, com sua trilha sonora também ditando o ritmo dos acontecimentos. Fotografia e direção também não ficam para trás, entregando uma excelente qualidade de imagens ao público.

No meio de tantos detalhes, os personagens também são apresentados. Entretanto, não existem uma grande profundidade aos seus passados, com exceção da família Erso. Após a protagonista, Cassian Andor é como se fosse o segundo nome importante nesta trama, acompanhado pelo seu androide K2SO. Por sinal, é através de K2 que temos bons comentários e um grande ponto de alívio cômico por conta da sua sinceridade extrema na programação. O piloto Bohdi Rook e a dupla Chirrut Imwe e Baze Malbus fecham o grupo de protagonistas. Por sinal, os dois últimos são responsáveis por excelentes cenas desde a sua introdução.

Do lado do império a produção nos apresenta Orson Krennic como o grande antagonista, além de ainda contar com a presença de nomes já conhecidos do universo Star Wars. Entre eles, como anunciado, o icônico Darth Vader. Mas não crie esperança em ver Vader completamente envolvido na trama, já que isso não acontece. Pelo contrário, sua participação é pouca. Contudo, vale ressaltar isso com todas as forças: muito eficiente e marcante. Só para ter ideia: ao ponto de ser possível destacar que foi no derivado que ele teve uma das suas cenas mais incríveis de todo o universo iniciado na década de 80.

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Com todos os detalhes bem apresentados, e muito bem trabalhados, é fácil destacar a qualidade de Rogue One: Uma História Star Wars. Um ritmo é muito bem estabelecido desde o seu começo, muito bem evoluído ao longo das cenas e com elementos e referências apresentados na medida certa. Cada personagem tem claramente a sua função dentro do roteiro, enquanto o mesmo caminha para um confronto marcante com o império. Como definido desde o começo: trata-se de um projeto diferente do que o público está acostumado, sem Jedis, mas com cenas memoráveis em suas batalhas. Um verdadeiro filme de assalto e guerra, reforçando por elementos de uma grande franquia hollywoodiana da forma correta.

As qualidades estão espalhadas por todo o longa, entretanto também é válido destacar que a afirmação de que trata-se da melhor produção de Star Wars não é válida. Na verdade, se fosse isolado, seria apenas mais um grande blockbuster. Contudo, é o que cerca Rogue One que o faz ser grandioso. São elementos apresentados ao público ao longo dos anos que o torna tão cativante e emocionante nos momentos certos, com comemorações e até mesmo apreensão ao longo das cenas. A sensação de saber as possibilidades de acontecimentos também é destaque para tal oportunidade, com o título apenas mostrando aquilo que prometeu ao longo da sua campanha e deixando o seu público satisfeito com o resultado. Um grande projeto de batalha muito bem trabalhado, sendo construído através da humanidade dos seus personagens e dentro daquilo que é mais tocante na franquia: os seus elementos.

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Marco Victor
Fundador do Jornada Geek e formado em Jornalismo, mas também um grande amante de filmes e antigo frequentador de locadoras. Outras paixões também existentes estão em Séries de TV, HQs, Games e Música. Considera Sons of Anarchy algo inesquecível ao lado de 24 Horas, Vikings e The Big Bang Theory. Banda preferida? São muitas, mas Slipknot ocupa um lugar especial. Espera ansioso por qualquer filme de herói, conseguindo viver em um mundo em que você possa amar Marvel e DC apesar de ter no Batman e As Tartarugas Ninja como os seus heróis favoritos.

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