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COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ | CRÍTICA

Classificação:
Muito bomComo eu Era Antes de você poster criticaDurante muito tempo quem dominava as livrarias com histórias de amor, às vezes trágicas, às vezes não, era o autor norte-americano Nicholas Sparks. Pessoalmente, não gosto do estilo dele. Nem sou muito fã das adaptações para o cinema. E confesso que, quando fui ler “Como Eu Era Antes de Você” (“Me Before You” – Jojo Moyes, 2012), fiquei com o pé atrás. Não que valha alguma comparação.

Definitivamente são autores bem distintos, estilos e narrativas muito diferentes, mas que escrevem para o público adulto, em sua maioria esmagadora, composto por mulheres. Ao terminar, com lágrimas nos olhos e o rosto inchado, decidi que tinha valido cada minuto que passei naquelas páginas. Então foi cheia de ansiedade e expectativa que fui ao cinema assistir a adaptação para cinematográfica.

Na história conhecemos Louisa (Emilia Clark) uma mulher comum, com uma rotina comum que há 6 anos trabalha no mesmo lugar, até ser dispensada. Morando com os pais, o avô, a irmã mais nova e o sobrinho, boa parte da renda da família vem de Lou. Ao buscar por emprego, ela é encaminhada para uma vaga de cuidadora na casa dos Traynor. Will (Sam Clafin) era um homem de negócios de muito sucesso, com uma vida perfeita e muito ativa, até ficar tetraplégico depois de um atropelamento. Ele é o paciente de Lou e paciência é a palavra-chave do início da relação entre os dois. A função principal de Lou e alegrar e fazer companhia ao amargurado e deprimido Will.

Como no livro, o filme te faz rir e chorar. E rir e chorar ao mesmo tempo. Tudo isso é guiado brilhantemente por Emilia Clarke na pele de Lou. A atriz cativa nos primeiros segundos em que aparece no cinema. Emilia é carismática e encantadora e te liberta completamente da imagem Daenerys (nascida da tormenta da Casa Targaryen, Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki, a Primeira de Seu Nome) de “Game of Thrones” (HBO, 2011).

E se não bastasse, ainda temos como o seu principal parceiro de tela o ator Sam Clafin. Mais conhecido como Finnick Odair da franquia “Jogos Vorazes” (“Hunger Games”, 2012-2015), ele interpreta um personagem limitado pela deficiência do personagem, ganhando o público pelas expressões faciais e pelo olhar. A química entre os dois é maravilhosa e em todas as cenas, sejam elas engraçadas ou emocionantes,  a dinâmica é perfeitamente entre os dois.

Sobre a adaptação, aquele tópico sempre tão citado e alvo de críticas dos fãs, o roteiro é bem fiel ao livro. Emilia Clark vestiu bem os sapatos de Lou e captou toda aquela essência alegra e singular da protagonista. Obviamente alguns momentos ficaram fora do roteiro. Assinado pela própria Jojo Moyes, a adaptação soube trabalhar muito bem a relação entre Lou e Will, assim como transição temporal. Os figurinos são outro ponto positivo do filme. Captaram bem, muito bem, a essência da Lou.

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A história, além de bonita, é forte e trata de um tema que, apesar de polêmico, tem aparecido cada vez mais na mídia e gerado mais e mais discussões. Mas vou parar por aqui. Não vai ter spoiler, eu juro! Vale muito a pena ir até o cinema mais próximo da sua casa. Ah, a trilha sonora é muito boa e super gostosa de ouvir. Tem lá no Spotify e você pode ouvir aqui.

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